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Revistas - reviews
Lobo Unbound #6
(30/04/2004)

Finalmente saiu em abril a última edição da minissérie “Lobo Unbound”. Às vésperas de sair a edição brasileira pela Panini, vale a pena conferir as considerações finais sobre a história.

História:
A conclusão: O que acontece quando um bando de ETzinhos busca o prepúcio de Lobo para fazer caçarola! Como Lobo resolve sua situação no planeta em que forçosamente é líder vitalício! Como diabos Keith Giffen conclui essa história que ficou a um passo da completa falta de sentido :)

Ficha técnica:
Roteiro: Keith Giffen
Desenho: Alex Horley

Pontos positivos / negativos:
As piadas de referência vêm em grande quantidade nessa última edição da minissérie. Muitas dessas piadas são em relação à guerra no Iraque e outros conflitos em que os Estados unidos estão envolvidos. O presidente George W. Bush até aparece no final (olhem à esquerda), sendo bastante sacaneado (o que, por si só, já vale o gibi). O único problema é que essas piadas de referência, em grande parte, são obscuras para quem não acompanha o noticiário internacional e não está por dentro das trapalhadas da política externa americana.
Entre outras coisas, algumas das piadas finais não fazem muito sentido para os brasileiros, pois cita dois humoristas norte-americanos não conhecidos pelo grande público tupiniquim: Dennis Miller, um humorista pró-Bush (pois é, isso existe por lá, acreditem), e Al Franken, um humorista que faz duríssimas críticas ao presidente americano (pois é, ainda há algumas pessoas com cérebro nos EUA).
No saldo geral, a minissérie fica com uma avaliação positiva. Apesar de acabar ficando um pouco datada ao abordar tão diretamente os conflitos recentes no Iraque, é uma boa diversão. Não fica entre as melhores histórias já publicadas do último czarniano, mas certamente é uma boa aquisição para qualquer coleção. Se não pelo roteiro (que, apesar de tantas referências, ou talvez por causa delas, termina um pouco desconexo), ao menos pela ótima arte de Alex Horley, que nos brindou com fantásticas cenas de violência inconseqüente e gratuita.
E não é exatamente isso que os fãs do Maioral mais gostam?

Análise final (notas de 0 a 5):
Roteiro
Humor
Violência
   

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