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Revistas - reviews
Lobo Sem Limites nº 1
(21/05/2004)

Faz tempo que não há uma edição de Lobo inédita com preço tão acessível. A edição da Panini de “Lobo Sem Limites” acaba de chegar às bancas do Rio e de São Paulo (como tem distribuição setorizada, os demais estados a receberão apenas dois meses depois). Como faz pouquíssimo tempo que saiu a edição americana e, portanto, fizemos seus reviews recentemente, vamos concentrar os comentários sobre as três edições de “Lobo Sem Limites” especialmente no que se refere às diferenças entre a publicação original e a brasileira. Para opiniões mais detalhadas sobre o conteúdo das revistas, basta conferir as resenhas sobre a mini original já publicadas no site Lobo Brasil.

História:
Lobo não está num momento muito favorável em sua carreira de caçador de recompensas. Ele começa a história lutando com seu mais recente alvo, mas logo depois aparenta não estar muito satisfeito com os trabalhos humilhantes a que tem se sujeitado. Contudo, uma missão que lhe garantirá meio bilhão de créditos e talvez lhe dê a chance de ser novamente reconhecido como o mais malvado entre os malvados. No planeta Y’abbah Dhabba Dhu, um local que parece com o Oriente Médio e cujos habitantes são todos bombas humanas (lembra alguma coisa?), ele busca sua meta. Mas tem gente a fim de acabar com sua carreira de uma vez por todas.

Ficha técnica:
Roteiro: Keith Giffen
Desenho: Alex Horley
Desenho da seqüência inicial:
Byron Vaughns e J.D. Mettler

Pontos positivos / negativos:
A edição nacional de “Lobo Sem Limite” tem uma grande vantagem em relação à original: traz duas edições numa só revista. Isso minimiza a primeira parte que, apesar de interessante, é fraca num contexto geral. A “mini-história” contando a origem de Lobo é legal, mas a tradução não conseguiu ser totalmente fiel ao estilo infantil do Dr. Seuss (criador de histórias como o Grinch, que é parodiado nas três primeiras páginas da revista). Claro que temos que considerar que traduzir poesia é incrivelmente difícil e o trabalho ainda assim foi bem feito. A única dúvida é o fato de que no original há fontes de letras diferentes nos recordatórios dessa seqüência inicial do gibi . No nacional, é a mesma fonte dos balões de fala comuns do gibi. Claro que isso não afeta a história, mas ficamos curiosos em saber a razão disso. A segunda parte do gibi salva essa primeira edição, já que há mais pontos engraçados, especialmente no aspecto “politicamente incorreto” na abordagem de piadas sexuais e racistas, sem contar a sátira à cultura árabe (o planeta Y’abbah Dhabba Dhu é um “Iraque gigante”).

Contudo, há três equívocos importantes na edição nacional. Logo de cara, os créditos da primeira parte da história estão errados. No gibi original, há a indicação dos responsáveis pela seqüência inicial (Byron Vaughns e J.D. Mettler) e o editor original é Dan DiDio. Ele foi substituído por Joan Hilty apenas na segunda parte da mini. Outro ponto importante é quanto aos “caranguejos” que contratam Lobo. Na verdade, não são caranguejos: são chatos, insetos também conhecidos como piolhos-ladros. O termo em inglês, crab, é o mesmo tanto para caranguejo quanto para chato, mas é lógico que eles são chatos, já que estão alojados em pentelhos (a moradia preferida desses insetos). Para concluir, no início da segunda parte da história, as falas do garoto e do computador estão trocadas nos primeiro, terceiro e quinto quadros.

De qualquer forma, esses equívocos, apesar de sérios, não atrapalham o gibi como um todo, sendo essa uma grande aquisição para os fãs do Maioral.

Análise final (notas de 0 a 5):
Roteiro
Humor
Violência
   

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