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Revistas - reviews
Lobo nº 12
(07/01/2004)

História:
Primeira história - Publicada originalmente em “Lobo: I Quit!” #1, de dezembro de 1995: Lobo descobre que tem câncer no pulmão de tanto fumar. Ele tenta parar e ainda faz uma aposta com Jonas Glim. Só que ele vai ficando cada vez mais desesperado pela falta de nicotina e apela para as técnicas mais diversas. E por aí vai.

Segunda história - Publicada originalmente em “Lobo” #22, de dezembro de 1995: Esse gibi faz parte do crossover “A Vingança do Submundo”, no qual Neron, o diabo em pessoa, faz trato com as pessoas para que estas vendam suas almas em troca de algo. Bom... A estória é a seguinte: Wolfman Wilf, DJ da Cosmics Rock Zombie Radio (aquela na qual o rádio implantado na cabeça do Lobo está sintonizado) dá uma saidinha e coloca Tony LePoni em seu lugar. Como todo mundo sabe, o Maioral mandou que Wilf só tocasse a música “Eu matei meus pais (não foi acidente)” 24 horas por dia, mas Tony coloca soul music. Lobo fica irado. Enquanto isso, um bandido que Lobo perseguia encontra Neron e se transforma num super-vilão para derrotar o Maioral: um inseto gigante!!!

Ficha técnica:
Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carlos Ezquerra (primeira história) / Vince Giarrano (segunda história)

Pontos positivos / negativos:
Essa edição está num bom nível, embora não tenha histórias tão interessantes assim. Contudo, vale ressaltar o fato da Brainstore ter publicado, além de uma edição regular original americana, uma edição especial que saiu na mesma época nos EUA. A razão foi que a história publicada em “Lobo” #23, que seria a segunda história desta edição, continua em “Lobo” #24. Com isso, a Brainstore organizou a ordem de publicação e fez com que a próxima revista nacional tivesse as duas partes da história de uma vez só, o que mostra o interesse em facilitar a vida do leitor.
O único aspecto ruim da edição (além da baixa qualidade das imagens) é a inclusão de um espécie de “selo” no canto superior esquerdo da capa, com uma imagem grande do Lobo em cima de sua moto (recurso que também foi implantando no gibi “Hitman”). Embora seja um recurso comum hoje em dia trazer uma figura que identifique a revista no canto esquerdo, essa imagem ficou muito grande e acaba poluindo um pouco a visão da capa (basta conferir acima).

Análise final (notas de 0 a 5):
Primeira história:
Roteiro
Humor
Violência
Segunda história:
Roteiro
Humor
Violência
   

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