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Revistas - reviews
Lobo nº 11
(14/12/2003)

Podem ter certeza de uma coisa: nunca mais falarei nada quanto a atrasos ou adiantamentos das publicação da editora Brainstore. Por duas vezes, elogiei a rapidez com que saíram algumas edição de Lobo e, outras tantas, reclamei dos atrasos. Poderia iniciar esse texto comentando mais uma vez o atraso desta edição, mas acredito que já está provado que tão cedo não poderemos ter certeza da manutenção da periodicidade das revistas desta editora.

História:
Primeira história - Publicada originalmente em “Lobo” #20, de outubro de 1995: Lobo e Jonas Glim (este último, ainda com a fantasia do parque de diversões do último gibi) estão caçando um assassino. Como não querem estragar a festa onde ele está (!), colocam um diurético na bebida para que todo mundo, inclusive o assassino, vá ao banheiro, onde eles ficam esperando. Participação de Goldstar, o mais bonzinho dos heróis bonzinhos.

Segunda história - Publicada originalmente em “Lobo” #21, de novembro de 1995: Esta história começa com o Space Cabby (“Taxista Espacial”) na frente de um juiz sendo acusado de vários crimes, como dirigir em alta velocidade, ultrapassar o sinal vermelho e assassinato. Então ele começa a explicar que havia pego um passageiro em seu táxi e, pouco tempo depois, no meio da estrada, o Maioral entrou no carro e mandou ele perseguir uns bandidos que estava caçando. Dá pra imaginar o que ocorreu então, né?

Ficha técnica:
Roteiro: Alan Grant
Desenho: Jimenez (primeira história) / Kevin O’Neil (segunda história)
Arte-final: Stones & Ande Parks (primeira história)

Pontos positivos / negativos:
A primeira história segue praticamente o esquema da maioria das revistas regulares do Lobo: apresenta-se um tema (no caso, uma tocaia num banheiro público), rolam piadas ligadas ao assunto e acaba com um grande massacre. Nada de novo. A única coisa que salva essa história é o aparecimento de Goldstar com amnésia, depois dos eventos que ocorreram em “Lobo” nº 6. É uma das raríssimas referências cronológicas dentro da revista regular do Maioral. Ponto para a tradução, que fez com que Lobo e Jonas Glim chamassem Goldstar de Bráulio, enquanto no original eles o chamavam de Dick (ambos os nomes fazem referência à mesma parte da anatomia, em cada língua).

A segunda história, porém, é mais divertida que a primeira. Além de fugir do esquema tradicional “apresenta local-faz piadas-cai na porrada”, ainda traz de volta um personagem clássico da DC Comics: Space Cabby, um taxista espacial (como o próprio nome já diz), publicado entre 1954 e 1958 na revista “Mystery in Space” e que fez pouquíssimas aparições desde então. Infelizmente, faltou uma pequena reportagem sobre o personagem e as referências que aparecem na história, tal qual fizeram com as referências às histórias de detetives no arco “Detetive Particular”, que ganharam destaque na última edição. Fica a expectativa de trazerem essas informações em alguma edição futura, até para que os leitores conheçam melhor esse personagem clássico da DC.

Análise final (notas de 0 a 5):
Primeira história:
Roteiro
Humor
Violência
Segunda história:
Roteiro
Humor
Violência
   

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