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Revistas - reviews
Lobo nº 7
(18/06/2003)

Agora, sim! A Brainstore conseguiu lançar a sétima edição do gibi do Maioral um mês depois da sexta edição! Se tudo correr bem, isso se manterá pelas próximas edições... Não custa nada sonhar :)

História:
Primeira história - Publicada originalmente em “Lobo” #12, de janeiro de 1995: Al re-re-reinaugura seu restaurante e por problemas de dinheiro, resolve alugar um quarto. Adivinha só quem vai para lá? Nesse ínterim, Lobo quebra sua moto ao atropelar o caminhão dos correios, e enche de porrada o carteiro que dirigia. No decorrer da estória, ocorrem várias piadas relacionadas à morosidade dos correios, troca de correspondências, etc., etc., etc...

Segunda história - Publicada originalmente em “Lobo” #13, de fevereiro de 1995: Lobo está assisitindo TV quando se vê num clipe de rock. Ao perceber que não recebeu nada por isso, vai à gravadora tomar satisfações. Quando descobre que não tem nenhum direito sobre a imagem utilizada no clipe (apesar de ser a sua), o Maioral tenta se lançar como cantor. Daí vão seguindo diversas piadas sobre a indústria fonográfica paralelamente a muita violência gratuita.

Ficha técnica:
Roteiro: Alan Grant
Desenho: Val Semeiks (primeira história) / Carl Crichtlow (segunda história)
Arte-final: John Dell (primeira história)

Pontos positivos / negativos:
A primeira história é a mais engraçada das duas. As piadas óbvias sobre os correios junto com a violência tradicional de Lobo são interessantes, embora essa não seja nenhuma obra-prima em termos de roteiro: Todo o desenvolvimento da história tem como único propósito destilar uma série de piadas sobre esse mesmo assunto. Estilo de roteiro que permanece na segunda parte da revista, com piadas sobre o “show business”. Contudo, no caso da segunda história, as piadas não são tão boas e o ritmo do roteiro ficou muito forçado. Vale também ressaltar a estréia da seção de cartas “Gizz de Feetal” (gizzdefeetal@brainstore.com.br).

Análise final (notas de 0 a 5):
Primeira história:
Roteiro
Humor
Violência
Segunda história:
Roteiro
Humor
Violência
   

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