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Revistas - reviews
Lobo nº 5
(08/12/2002)

Não temos muita coisa para falar na introdução. Falar do atraso já está cansativo, embora ainda tenhamos esperança de que a Brainstore consiga resolver esse problema logo (com certeza eles estão se empenhando para que os atrasos terminem o mais cedo possível).

História (dessa vez não contamos o final; pode ler sem medo):

Primeira história (publicada originalmente em “Lobo” #9, de setembro de 1994): Conclusão da história iniciada na edição anterior. Agora que todos já leram a última edição, já sabem que o vilão misterioso era um clone de Lobo (se você não leu, se deu mal). O clone conta sua história e seus planos para conquistar o universo. A maior parte da história é a luta épica (bonito, não?) entre Lobo e seu clone.

Segunda história (publicada originalmente em “Lobo” #0, de outubro de 1994): A revista original veio com o número zero porque esse gibi fez parte dos que foram lançados após a conclusão da megassaga “Zero Hora”, que reformulou novamente o universo DC. Alguns bandidos estão se escondendo do Maioral, por medo de sua vingança contra o fato deles terem batido nele, sem saber obviamente quem ele era. Enquanto se escondem, contam a história do Lobo, desde seu nascimento em Czárnia até a história publicada antes dessa.

Ficha técnica:
Roteiro: Alan Grant
Desenho: Val Semeiks
Arte-final: John Dell

Pontos positivos / negativos:
Não poderíamos deixar de comentar logo de cara um detalhe que com certeza não agradou muita gente: o preço do gibi sofreu um reajuste (conforme já havíamos anunciado no jornal “Lobo Brasil”). Não vamos entrar no mérito da questão sobre se o aumento é justificável ou não (embora ninguém possa esquecer que a alta do dólar afeta - e muito - os custos de editoras). O que importa é que ele ocorreu e ainda redundou na redução da tiragem da revista. Mesmo assim é melhor que o cancelamento.
Quanto às duas histórias, não há muito o que dizer. A primeira é a conclusão da que começou no gibi anterior, uma das melhores já publicadas no gibi mensal do Maioral. A segunda não é tão boa, mas tem o grande mérito que contar “passo-a-passo” a vida de Lobo, com um “resumo” em forma de quadrinhos do que foi mostrado em forma de texto na minissérie “O último czarniano”. Outro ponto positivo é que voltaram a publicar nas páginas internas a capa da revista original que não foi selecionada para a versão brasileira. Por sinal, vale ressaltar que a capa escolhida para esta edição é uma das melhores capas já publicadas nos gibis do Lobo.
Por fim, nas páginas centrais o editor Eloyr Pacheco faz um “mea-culpa” e comenta o erro de impressão da segunda edição do gibi (aquele que fez Vril Dox ficar amarelo). Também comenta o equívoco de dizer que Dox era filho do Brainiac V, da Legião dos Super-heróis, ao invés do Brainiac, inimigo do Super-Homem.

Análise final (notas de 0 a 5):

Primeira história:

Roteiro
Humor
Violência

Segunda história:

Roteiro
Humor
Violência
   

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