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Revistas - reviews
Lobo nº 1
(03/06/2002)

Finalmente foi lançada a revista mensal do Lobo no Brasil! Apesar de nos Estados Unidos o gibi do Maioral ter chegado à edição 64, sendo cancelado em 1999, só agora os brasileiros terão a chance de ler em potuguês as histórias criadas por Alan Grant. Agradecimentos à BrainStore, que prometeu trazer todas as edições regulares do Maioral para o Brasil.

História (cheia de spoilers lá pelo meio):
Essa história que começa aqui, em duas partes, conclui na próxima edição. É o primeiro arco de histórias do gibi do Lobo. Resumindo: Lobo vai caçar Qigly, um vilão pelo qual estão pagando 10 milhões de créditos. É um carinha pequeno e magricela, mas que está protegido por bandidões muito perigosos (mas da última parte Lobo não sabe). Isso é no final. No decorrer da revista ele só vai quebrando a cara de uma porção de gente e reencontra seu velho amigo Jonas Glim. Lobo e Jonas Glim vão para Dagma City, uma cidade só de gângsteres e assassinos. É por lá que Qigly está escondido. E eles vão procurando. E batendo em uma porção de gente. Mas Mr. Fatale (o bandidão chefe do grupo de bandidões que estão dando guarida a Qigly), manda um chefão da máfia morto para o Conselho dos Dons (“don” é o mesmo que chefão da máfia), ameaçando entregar Qigly para a L.E.G.I.Ã.O., o que poderia ser uma desculpa para eles acabarem com o poder dos gângsteres em Dagma City. Com isso, eles resolvem acabar com Lobo. Aparentemente ilógico, mas tudo funciona e Lobo e Jonas se vêem cercados por inimigos no final desse gibi.

Ficha técnica:
Roteiro: Alan Grant
Desenho: Val Semeiks
Arte-final: John Dell

Pontos positivos:
É a primeira história do Lobo num gibi regular e traz logo de cara ele num “quebra-pau” que termina de forma cômica. Os principais personagens secundários já são apresentados também de cara: Al, Darlene e Jonas Glim. Apesar do roteiro não ser 100%, já dá uma idéia do que será a série regular do Maioral. Quanto à edição brasileira, um ponto positivo que devemos destacar, além da iniciativa de publicar duas histórias por edição, é a tradução. Apesar de ter uns termos bem “paulistas” em algumas frases do Lobo, isso não chega a prejudicar tanto quanto alguns poderiam imaginar (ou se preocupar). A capa da primeira edição publicada como segunda capa foi uma boa sacada. Também foi válida a inclusão da “ficha” do Maioral e de dois textos, um sobre a tradução e outro sobre as aparições de Lobo no Brasil. E o maior ponto positivo: Eles elogiam o site “Lobo Brasil” nesse último texto :)

Pontos negativos:
Apesar de introduzir o “universo” do Lobo, a história é mais fraca do que poderia. Na realidade, Alan Grant “engrenou” mesmo na sétima edição da revista. Já o principal ponto negativo da edição brasileira é quanto às imagens. Uma comparação simples entre as edições originais americanas e o gibi brasileiro mostra que se perdeu muito na qualidade das imagens. Dê um clique na imagem ao lado e compare um quadro da revista americana com o mesmo quadro no gibi nacional. Os detalhes da arte-final se perderam. Em outros quadros, a diferença é mais forte. Nada que atrapalhe a revista como um todo, mas não deixa de ser um ponto negativo que deve ser observado.

Análise final (notas de 0 a 5):

Roteiro
Humor
Violência
   

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