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Revistas - gibi por gibi
1998

Janeiro:

Lobo #47
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo vai ao planeta Kolossus, que é composto puramente de tráfego pesado de veículos. Ele entra na “super-rodovia” do planeta e começa a pular de carro em carro procurando o bandido que ele procura (quem mais?). Enquanto isso, um outro prisioneiro fica amarrado na moto, que vai se dirigindo sozinha. No final, um gigantesco acidente é provocado, com mais de 23 bilhões de pessoas.

The Book of Fate #12
sem equivalência nacional

Roteiro e Desenho: Keith Giffen
Diálogos: Alan Grant

História: Esta é a última parte do gibi dessa versão do Destino (é uma das várias versões que o mago Sr. Destino já teve). Por algum motivo que ignoro, Destino foi expulso do planeta Terra e está vagando por bares espaciais ao lado de Lobo. No final, Lobo traz Destino de volta para a Terra e visita alguns bares. O Maioral acaba desmaiando de tanto beber logo depois que Destino, também totalmente bêbado, implica com alguns heróis (ou coisas do gênero, que estavam no bar) acreditando que Lobo o salvaria. O final, não tem nada a ver com Lobo, já que ele continua desmaiado até o fim da revista.

Fevereiro:

Lobo #48
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Rafael Garres

História: Nesse gibi descobrimos o que aconteceu com os pingüins assassinos que Lobo conheceu no gibi “Lobo vs. Papai Noel” e que fizeram algumas aparições em outras revistas. O último sobrevivente da gangue de pingüins conta a vários pingüins jovens que eles acompanharam o Maioral depois que ele matou Papai Noel, mas acabaram expulsos por ele da “equipe”, já que Lobo não precisa de ninguém e nem gosta de dividir o dinheiro. Eles seguiram carreira solo e acabaram caçados por Lobo e o único a escapar foi este que conta a história. No fim, eles acabam encontrando o Maioral, que mata todo mundo de vez.

Superman Adventures Special #1: Superman vs. Lobo
Liga da Justiça: o desenho da TV nº
6 (julho de 2003)

Roteiro: David Micheline
Desenho: John Delaney
Arte-final: Mike Manley

História: Essa revista é baseada no desenho animado do Super-Homem. Para resumir a estória, o Azulão é infectado por um vírus e precisa sair da Terra. No espaço, ele encontra o Maioral e ambos acabam, depois de vários acontecimentos, correndo atrás de um cristal que foi lançado em direção a um sol para explodir vários planetas. Claro que Lobo está indo atrás do cristal para ganhar dinheiro. No fim, de alguma forma o cristal acaba purificando Super-Homem e ele volta para a Terra. Já Lobo, fica com todo o dinheiro que dariam para o Azulão por ele ter salvo a todos.

Março:

Lobo #49
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo e Jonas Glim se infiltram como garçon no restaurante de Al para pegarem Don Alfonzo Alonzo Delonzo Linguine, um mafioso. Durante as páginas da revista, Lobo e Jonas vão gerando piadas relativas a restaurantes, fazendo várias coisas meio violentas (como era de se esperar). Resumindo, no final eles detonam com o mafioso e com o restaurante (lógico) e ainda conseguem uma complicação de Al com a vigilância sanitária. É isso.

Abril:

Lobo #50
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Essa é uma estória bem simples, já que consiste apenas em Lobo sair matando tudo quando é herói do Universo DC. O contratante, que se apresenta no final, é Keith Giffen (um dos criadores do personagem Lobo). No final se descobre que tudo não passou de um pesadelo ocorrido com diversos heróis.

Maio:

Lobo #51
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Breyfogle

História: O Maioral está numa espécie de cidade do oeste americano (mas que deve ser em algum lugar no espaço) à caça de um cara que roubou muito dinheiro de uns mafiosos (ou coisa parecida). Enquanto busca o cara, ele vai cometendo infrações na rodovia, servindo de desculpa para piadas sobre patrulheiros de estrada. No final, Lobo encontra o tal ladrão, mas o caçador de recompensas Heelander, os mafiosos, os federais e a polícia rodoviária (esta, atrás do Lobo), também chegam no quartinho do motel onde ele está com sua namorada. O ladrão e sua namorada morrem, assim como todo mundo. No final, Lobo termina brigando com Heelander e os patrulheiros fogem com o dinheiro.

Junho:

Lobo #52
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Coleby

História: Lobo encontra Badlucky Happigo, um cara que dá azar a quem estiver por perto dele. Badlucky dá ao Maioral um convite para o funeral de Goldstar. Lobo resolve ir para se divertir um pouco. Chegando lá, ele acompanha o féretro e termina pulando e dançando no túmulo do herói, até que Goldstar sai do túmulo e ameaça Lobo. Continua...

Julho:

Lobo #53
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo e Goldstar começam a cair na porrada no cemitério, enquanto um pouco longe dali os heróis amigos de Goldstar e Badlucky Happigo fazem uma última homenagem ao amigo. Durante a luta dos dois, os outros mortos levantam do túmulo e ficam brigando com Lobo. No fim, o Maioral acaba desacordado após um golpe de “martelão” e os defuntos desaparecem. Então, surgem os verdadeiros responsáveis pelo acontecimento: o fã-clube de Goldstar. Eles implantaram um treco no Maioral que o fez imaginar esses defuntos todos. Lobo então é levado para um planeta deserto, onde é atacado por robôs caçadores de recompensas, que o fatiam em pedaços. Continua...

Agosto:

Lobo #54
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Os pedacinhos do Lobo são levados por Badlucky Happigo para o fã-clube de Goldstar. Os garotos fazem mais picadinho dos pedacinhos e transformam tudo numa espécie de “sopa gosmenta”. Eles fazem uma melecada total com essa gosma e colocam numa espécie de máquina que transmite uns raios que dão bondade às pessoas. (parênteses: nesse ínterim, é mostrado que Badlucky Happigo pegou um dedo de Lobo, que havia sido esquecido num canto de seu veículo, quando ele levou o Maioral para o fã-ckube de Goldstar). Depois de um tempo, essas sensações de amor espalhadas pelo universo recebem a influência do Maioral e acabam virando sensações de ódio, fazendo todo mundo que havia sido influenciado pelo amor cair na porrada e sair matando todo mundo. No fim, Lobo se refaz a partir daquele dedo e detona com todo o fã-clube de Goldstar.

Setembro:

Lobo #55
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Arnie Jorgesen
Arte-final: Meikis

História: Um garoto conta na sala de aula sobre seu fim-de-semana. Ele foi a um parque de diversões que só falava sobre ovelhas. Além de diversas piadas e trocadilhos relativos a ovelhas, Lobo e Billy The Girl aparecem caçando uns bandidos transformistas (não eram gays, na verdade eles podiam se transformar em qualquer coisa). Como o olfato do Maioral fica um pouco abalado por uma explosão, eles saem detonando tudo no parque de diversões. No final, se descobre que o próprio garoto que contava a história era um desses transformistas.

Outubro:

Lobo #56
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Greg Luzniak
Arte-final: Pennington

História: Essa é uma daquelas estórias que no final descobrimos que a pessoa apenas sonhou. De qualquer forma, lá vai: Darlene desmaia depois de um beliscão no bumbum dado por Lobo e começa a sonhar que o Maioral a pediu em casamento. Como ela aceita, obriga Lobo a não beber, não fazer sexo antes do casamento, não fumar, não brigar, etc. Lobo vai aceitando porque quer casar (!). Acontece uma porção de coisas, e eles casam. Na lua-de-mal, por exemplo, ficam uma semana inteira no “rala-e-rola” no motel, juntando uma grande quantidade de pessoas do lado de fora que vibram quando eles finalmente terminam. Até nasce uma menininha, tão violenta quanto o pai nos velhos tempos. No fim, os dois já velhos, Darlene elogia Lobo por ele ter se controlado esse tempo todo, mas acaba descobrindo uma garota ambaixo de seu cobertor na cadeira de balanço. Aí ela acorda e, nervosa, dá um tapa no Lobo. Por sinal, eu fico impressionado como ele nunca matou ela depois de tanta coisa que ela já fez... De qualquer forma, esse é o fim.

Novembro:

Lobo #1million
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Greg Luzniak
Arte-final: Mark Propst

História: Esse gibi faz parte do crossover DC 1 million, que colocou todas as revistas como se as estórias ocorressem no século 853. Lobo ainda está vivo nesse século (ele é imortal, esqueceu?), mas está entediado, pois não há mais necessidade de caçadores de recompensas e o universo vive em paz, portanto ele não pode mais cair na porrada com ninguém. Com pena dele, o clone de Darlene finge ser uma milionária que contrata o Maioral para encontrar Malo Perverso, um bandidão. Malo, na verdade, não existe. Isso é apenas para Lobo se divertir. Como o Maioral sempre cumpre a palavra, ele procura Malo Perverso em tudo quanto é canto e ainda briga com uma tal de legião da Justiça. No final, ele cai num buraco negro e, do outro lado, tem milhões e milhões de monstros. Ele termina feliz, detonando com todo mundo e procurando pelo fictício Malo Perverso.

Dezembro:

Lobo #57
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Greg Luzniak
Arte-final: Mark Propst

História: Essa estória é fácil de resumir: lobo entrega uns bandidos à força policial de um planeta onde está tendo uma convenção de policiais. Como ele quer beber e o melhor lugar está fechado para os tiras, ele rouba a roupa de um e se fantasia de policial. Várias piadas sobre policiais se seguem até o final, onde o Maioral acaba detonando com os bandidos que ele havia entregado no início da revista e que haviam fugido.

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