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Revistas - gibi por gibi
1997

Janeiro:

Lobo #35
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo está ajudando duas famílias de caminhoneiros, os Wartz e os Rinosseri, a atravessar um caminho perigoso entre duas cidades - é uma homenagem a um feito da histórias desses caminhoneiros. No trajeto, os caminhoneiros são vítimas de estranhas sabotagens, que são uma desculpa para mostrar muita violência (queria o quê?). Além disso, tem um casal à la Romeu & Julieta que tenta ficar junto apesar da rivalidade entre as famílias. Continua na próxima edição...

Lobo: Death and Taxes #4
sem equivalência nacional

Roteiro: Keith Giffen
Diálogos: Alan Grant
Desenho: Alex Horley

História: Lobo coloca Porque “Bronc” Chauvez numa máquina para ler sua mente e descobrir onde está o dinheiro de Ramona. A máquina não funciona e ele tira, literalmente, as informações da cabeça de Chauvez. Ele parte então para o planeta de Ramona, sendo perseguido por um coletor de impostos. Porém, nesse meio-tempo, outros coletores de impostos armam para cima da Ramona, dizendo que seu prazo reduziu em um dia e a fuzilam. Mesmo assim, Lobo mata todos os coletores de impostos pois tem a esperança de conseguir o dinheiro nos computadores de Ramona. Ele mata mais coletores de impostos e, no final, tenta descobrir a senha para acesso ao dinheiro. O coletor de impostos que o seguia aparece e oferece ajuda em troca de nunca ser perseguido ou assassinado por Lobo (não esqueça que o Maioral sempre mantém a palavra). Lobo aceita, relutante, e o coletor fala a senha. Lobo tenta diversas vezes, mas não consegue escrever de forma correta e o sistema acaba apagando todos os dados. Lobo grita. Fim.

Fevereiro:

Lobo #36
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: A estória dos caminhoneiros continua, mas é entremeada por escritores famosos da língua inglesa analisando o gibi. Para ter uma idéia, Shakespeare comanda a discussão. Voltando à estória, Lobo continua ajudando os caminhoneiros e, durante toda a revista, vão acontecendo desculpas para acontecimentos violentos. No final, descobrimos que todas as coisas que aconteceram foram armações do tal casal citado no gibi anterior, que acabam numa panela de canibais. No fim, Lobo chega sozinho com o último caminhão que sobrou e ganha uma grana vendendo a história do acontecido para o povo da cidade.

Lobo/Mask #1
Lobo/Máskara nº 1 (setembro de 1998)

Roteiro: John Arcudi & Alan Grant
Desenho: Doug Mahnke
Arte-final: Keith Williams

História: Lobo é contratado para encontrar um cara que destruiu milhares de planetas. Esse cara é ninguém menos que o Máskara. Aqui, um parênteses: (para quem não conhece muito de quadrinhos, esse Máskara não tem nada a ver com o do filme com Jim Carrey; o Máskara é um louco assassino psicopata muito parecido com o Lobo). Lobo vem à Terra e encontra com o Máskara e, daí até o final da revista, acontece muita, muita, muita, muita, mas muita violência mesmo durante a luta dos dois. No final, o Máskara conta que o assassino não era o que estava usando a máscara naquele momento e propõe ajudar o Maioral a encontrá-lo pela galáxia. Continua...

Março:

Lobo #37
sem equivalência nacional

Roteiro: x
Desenho: x
Arte-final: x

História: PEDIMOS UM POUQUINHO DE PACIÊNCIA. EM BREVE COLOCAREMOS AS INFORMAÇÕES SOBRE ESSA REVISTA AQUI.

Lobo/Mask #2
Lobo/Máskara nº 2 (outubro de 1998)

Roteiro: John Arcudi & Alan Grant
Desenho: Doug Mahnke
Arte-final: Keith Williams

História: Lobo e Máskara viajam por vários planetas procurando o antigo usuário da máscara e promovendo muita, muita, muita, muita, mas muita violência mesmo. Só que Máskara está enganando o Maioral, o colocando em diversas situações perigosas. No meio da revista, Lobo acaba colocando a máscara e aí então acontece muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, muita, mas muita violência meeeesmo. No fim, Lobo tira a máscara e fica p da vida, pois apesar de ter gostado da violência não gosta de ter sido “usado” pela máscara. Lobo então encontra a ele mesmo e percebe que viajou de volta no tempo. Ou seja, o tal bandido que ele perseguia era ele próprio com a máscara. O Maioral pinta de verde a cara do outro Lobo e o entrega aos contratantes. É isso aí.

Abril:

Lobo #38
sem equivalência nacional

Roteiro: x
Desenho: x
Arte-final: x

História: PEDIMOS UM POUQUINHO DE PACIÊNCIA. EM BREVE COLOCAREMOS AS INFORMAÇÕES SOBRE ESSA REVISTA AQUI.

Maio:

Lobo #39
sem equivalência nacional

Roteiro: x
Desenho: x
Arte-final: x

História: PEDIMOS UM POUQUINHO DE PACIÊNCIA. EM BREVE COLOCAREMOS AS INFORMAÇÕES SOBRE ESSA REVISTA AQUI.

Lobo: Chained #1
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Rafael Garres

História: Lobo vai preso e na prisão bate em muita gente, mutila muita gente e promove uma quantidade absurdamente gigantesca de violência. Por sinal, a violência aqui é mais gratuita e explícita do que na grande maioria de seus gibis. É violento mesmo! MUITO violento! No fim, ele sai da prisão e pronto.

Junho:

Lobo #40
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo está no estômago de uma baleia espacial junto com Badlucky Happigo (um cara que traz azar para quem está perto dele). Eles se defrontam com um navio pirata (!), cujo dono é o Capitão Rehab: um pirata todo dividido em pedacinhos guardado dentro de uma espécie de “pote”. Esses piratas lutam com outros piratas que estão numa “caveira-ilha” (tudo isso dentro da baleia ainda...) e se seguem algumas lutas. No final, Lobo e Badlucky saem da baleia provocando um peido. No final, a baleia explode.

Lobo: The Duck #1
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Vel Semeiks
Arte-final: Ray Kryssing

História: Esse gibi é parte da segunda série de “amálgamas” provenientes da mistura dos personagens da DC Comics e da Marvel. Lobo foi “mesclado” com Howard o Pato (para quem não conhece, um pato meio psicótico vindo de um planeta de patos). A estória mostra um futuro apocalíptico, onde Lobo o Pato encontra todos os super-heróis mortos e tenta descobrir quem foi o responsável (foi contratado para isto). No decorrer da estória, vão sendo mostrados outros amálgamas entre personagens do gibi do Lobo com personagens da Marvel que eu, sinceramente, não conheço. O mais interessate é o Impossible Dawg, mistura do cachorro do Lobo com o Homem-Impossível (uma espécie de Mxypltc). O cachorro fica a estória inteira se transformando em versões caninas de heróis da DC e da Marvel. No final, Lobo o Pato encontra o respnsável por tudo, o mata, mas o vilão ainda aciona uma máquina que faz a Lua começar a se atraída em direção à Terra. P.S.: Essas estórias de “amálgamas” sempre terminam assim, como se fossem continuar em outro gibi.

Julho:

Lobo #41
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Alex Horley

História: Lobo, Jonas Glim, Layla e Billy The Girl invadem um apartamento e amarram os moradores. Eles não têm nada contra essas pessoas. Na realidade, esse apartamento é o local ideal para a “tocaia” de um bandido que eles estão caçando: Jeremiah Glim. Isso mesmo, o pai de Jonas Glim. Nessa estória ainda vem a “origem” de Jonas, mostrando que ele cresceu só com o pai, que o colocou na vida de caçador de recompensas desde bebê. No fim, Jonas mata o pai. Poético.

Agosto:

Lobo #42
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Olivetti
Arte-final: Brito

História: Essa estória, resumidamente, consiste num argentino cantando um tango durante todo o tempo, versando sobre a “Dança da Morte”, realizada por Lobo e uma argentina. Na verdade, é uma estória que mostra algumas cenas da Argentina, com Lobo destruindo tudo. Até num jogo de futebol entre Boca Juniors e River Plate ele se mete.

Setembro:

Lobo #43
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo, Jonas Glim e o sobrinho de Jonas, Duckweed, estão disfarçados como peões de obra para esperar um vilão que eles foram contratados para caçar. No caso de Duckweed, ele só está lá porque seu tio quer “transformá-lo num homem”. Vão surgindo várias piadas sobre pessoas que trabalham em obras e, no final, o Maioral enfrenta Big Baby, um vilão que vem de um planeta onde o cérebro amadurece bem antes do corpo. No fim, Duckweed acaba morrendo sem querer (até porquê ia ser estranho se ele quisesse).

Outubro:

Lobo #44
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Lobo leva uma série de amigos (!?) para visitar Apokolips (a terra de Darkseid) durante o evento “Genesis” (uma dessas megacoisas que a DC Comics inventa todo ano). Tem algumas lutas, mas o mais importante é que Goldstar (que estava por lá para impedir que as pessoas chegassem a Apokolips) gasta suas últimas energias e acaba morrendo implodido após salvar a vida de Lobo e seus colegas caçadores de recompensas.

Novembro:

Lobo #45
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Carl Critchlow
Arte-final: Mark Propst

História: Essa estória enrola um poquinho para chegar aos finalmentes. Um resumo bem simplificado é o seguinte: Lobo tem um prisioneiro e precisa mantê-lo sob custódia, então o coloca no restaurante do Al. Nesse meio-tempo, ele encontra Paranoid Jones, que o contrata para defendê-lo de todo mundo (o cara é paranóico, sabe...). Ainda por cima, Tartan Quarantino prepara uma grande luta para ver quem é o melhor lutador, e vários caçadores de recompensas, incluindo Lobo, se inscrevem. Aí que a estória chega aos finalmentes. Mas só continua na próxima edição...

Dezembro:

Lobo #46
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Alex Ronald

História: A grande luta começa e logo de cara, Jackie Chin detona a cabeça do Lobo com um martelão. Aí todo mundo vai lutando enquanto Lobo fica caído no chão com sua cabeça se refazendo. Nesse ínterim, o prisioneiro que estava no restaurante de Al fica maluco e começa a perseguir Darlene, que corre na direção de onde está acontecendo a luta. Lobo se levanta, ainda sem cabeça, e começa a bater em todo mundo, mas no fim vai embora, só recuperando a cabeça no final da estória sem lembrar de nada que aconteceu.

Lobo: Fragtastic Voyage
sem equivalência nacional

Roteiro: Alan Grant
Desenho: Hermann Mejia

História: Lobo é contratado para acompanhar uma cientista e Goldstar numa viagem por dentro do organismo de Mahatma Scarfe, um líder amado em milhares de planetas. Eles são miniaturizados para ir até o cérebro do cara e encontrar o segredo dos números explosivos. Algumas coisas meio nojentas ocorrem dentro do organismo durante a viagem, sem contar outras pessoas miniaturizadas que tentam matar Lobo e os outros. No final, Lobo descobre o segredo, mas volta a crescer ainda dentro do cérebro de Mahatma que, logicamente, morre. Com os cientistas que o mandaram para dentro do corpo de Mahatma, ele explica que o segredo dos números explosivos consiste em dizer um número qualquer e, dependendo do tamanho do número, ocorre uma explosão pequena ou grande. O problema é que no final ele fala que quer de recompensa um trilhão de créditos. Esse “um trilhão” faz todo o sistema planetário explodir. Observação: No final da revista vem uma nota informando que essa estória deve ser considerada antes do gibi “Lobo #44”, quando Goldstar morre, ou depois de um gibi qualquer futuro onde Goldstar voltará à vida.

The Book of Fate #11
sem equivalência nacional

Roteiro: x
Desenho: x
Arte-final: x

História: PEDIMOS UM POUQUINHO DE PACIÊNCIA. EM BREVE COLOCAREMOS AS INFORMAÇÕES SOBRE ESSA REVISTA AQUI.

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